quarta-feira, 10 de março de 2010

" Antilhas verdadeiras"



 


Terra Nova, Nova Escócia e Ilha do Príncipe Eduardo, no Canadá.

Por Manuel Luciano da Silva, Médico

Há mais do cinco séculos que o mundo inteiro está convencido de que as Antilhas, também chamadas as Índias Ocidentais, estão localizadas no Mar das Caraíbas, na América Central.
Este trabalho vem demonstrar que isso é um erro enorme com uma discrepância de quase duas mil milhas e 577 anos do duração!
Esta comunicação é baseada na descoberta e análise das latitudes da famosa Carta Náutica do 1424.
0 original desta Carta Náutica de 1424, feito em pergaminho, é da Colecção de James Bell Ford, na Universidade de Minnesota.
Em 1954, esta Universidade pagou à Colecção de Sir Thomas Phillips de Londres, Inglaterra, muitos milhares do dólares por este documento.
0 Prof. Armando Cortesão, depois de quatro anos de investiga­ção, revelou os seus estudos num livro escrito em inglês, The Nautical Chart of 1424, publicado pela Universidade do Coimbra em 1954.
Calcula se que hoje o mapa valha cerca de cinquenta milhões de dólares!
Aspecto geral da Carta Náutica de 1424. Notar as 4 ilhas em preto no cento do mapa, ou na área designada pela letra B

 


Para melhor examinarmos a Carta Náutica do 1424, tivemos dividi-la em quatro partes:
Não há ninguém que duvide da autenticidade da Carta Náutica de 1424. Este mapa é duma importância extraordinária para a estudo geográfico da Terra, porque representa, pela primeira vez na história do mundo, quatro ilhas como sendo terras americanas!
(A) Na extrema esquerda está a data do 22 de Agosto do 1424 e o nome do seu autor, o cartógrafo Zuane Pizzigano.
(B) A seguir, verticalmente, estão as quatro ilhas: ao norte está uma pequena ilha em forma de quarto crescente chamada, (1) Saya e logo por baixo uma grande com o nome de, (2) Satanazes; mais a sul, outra ilha grande denominada, (3) Antília e a ocidente destas, outra ilha pequena chamada, (4) Ymana.
(C) No meio do mapa estão várias ilhas de tamanho pequeno que pertencem aos arquipélagos dos Açores, Madeira, Canárias e Cabo Verde.
(D) E no lado direito da Carta Náutica estão muito bem delineadas, com muitos topónimos, as praias ou costas da Europa e da África, desde a Irlanda até ao arquipélago de Cabo Verde.
Na Carta Náutica de 1424 estão gravadas nitidamente a data de 22 de Agosto de 1424 e o nome do seu autor, Zuane Pizzigano, um cartógrafo italiano de Veneza.
Apesar do mapa ter sido feito por um italiano os nomes das quatro ilhas — Antília, Satanazes, Saya, e Ymana — estão escritos em português a testemunhar, portanto, a ida e volta de navegadores portugueses a Terras da América, antes de 1424!
Devemos notar que Antília, ou Antilha, foi sempre uma palavra exclusivamente portuguesa.
A palavra correspondente em italiano é Antiglia, mas o cartógrafo italiano, Zuane Pizzigano, usou a palavra portuguesa, certamente, a atestar que a referida ilha já era portuguesa.
A palavra Antília é composta por “ante” que quer dizer “em frente de”, mais “ilha”.
Antília é uma ilha que está em frente de qualquer coisa, neste caso do Continente Americano.
O ponto de referência mais importante é a latitude de 40 graus Norte que passa pela minha aldeia no Norte de Portugal.
Foi esta latitude que me deu a luz para analisar as outras latitudes na Carta Náutica de 1424 e fazer a descoberta original de que a Terra Nova e Nova Escócia são realmente as Verdadeiras Antilhas.

As Latitudes

As latitudes da Carta Náutica de 1424 nunca foram calculadas criterio­samente por nenhum historiador, nem por nenhum cartógrafo, incluindo o próprio Professor Armando Cortesão que consagrou vários anos a estudar este importantíssimo documento geográfico!
As linhas de latitude e longitude são o “cérebro” e o “coração” de todo e qualquer mapa.
A Carta Náutica de 1424 só tem linhas portulanas.
Vamos traçar e medir-lhe as linhas de latitudes.


 


Para medir com exactidão as latitudes da Carta Náutica de 1424, procedi da seguinte maneira:

(1) Primeiro: fiz um negativo do mapa mundial do Atlas da Sociedade Geográfica Americana, abrangendo a Europa e a África, (correspondendo à área na Carta Náutica de 1424) e incluindo também a América Central — com as Grandes e Pequenas Ilhas — assim como os Estados Unidos e o Canadá.
Sobrepondo, na câmara escura um negativo da Carta Náutica de 1424, num mapa moderno do Atlântico Norte, abrangendo a Europa e América, verifiquei que as projecções das quatro ilhas são muito mais próximas das latitudes da Terra Nova e da Nova Escócia do que das latitudes das ilhas na América Central, que ficam quase a duas mil milhas de distância ao sul!...

 


(2) Segundo: com o negativo do filme que obtive da área acima descrita, fui para a câmara escura e usando o ampliador, sobrepus exactamente os contornos das costas do mapa moderno do Atlas da Sociedade Geográfica Americana com as costas atlânticas da Carta Náutica de 1424.
Com esta simples projecção consegui fundir na mesma escala um mapa feito há 577 anos com um mapa actual. Deste modo podemos comparar não só as latitudes, os ângulos de inclinação, mas até as áreas, as baías e a configuração das ilhas da Carta Náutica de 1424, com a Terra Nova, Nova Escócia e a Ilha do Príncipe Eduardo, num mapa moderno actual do Canadá.



Latitudes dos mapas modernos

Olhando para um mapa moderno verificamos que o paralelo de latitude de 50 graus Norte passa pela ponta mais Sudoeste da Inglaterra, chamada “Land’s End” ou Fim da Terra.
Este paralelo atravessando o Atlântico passa também pela costa norte da ilha da Terra Nova, no Canadá
O paralelo de latitude de 45 graus Norte que passa por Bordeaux em França ou por Génova na Itália, passa, também pelo meio da Nova Escócia, mesmo acima da cidade de Halifax.
O paralelo de latitude de 40 graus Norte que passa abaixo de Coimbra em Portugal e por baixo de Madrid em Espanha, atravessa exactamente a cidade de Filadélfia nos Estados Unidos da América.
Se medirmos as latitudes, em relação à Europa e à América, das quatro ilhas — Saya, Satanazes, Antília e Ymana — localizadas na Carta Náutica de 1424, verificamos que o paralelo que passa por cima da ilha de Saya (com o feitio dum quarto crescente) tem uma latitude de 47 graus Norte.
Este paralelo passa por baixo da cidade de Paris em França e ao Sul da cidade de São João da Terra Nova.
A extremidade da ilha de Satanazes tem uma latitude de 46 graus que corresponde ao paralelo que passa na extremidade da península da Nova Escócia.
A latitude do extremo Sul da ilha Satanazes é de 44 graus, igual ao paralelo que passa pelo Sul da Nova Escócia.
0 cabo Norte da Ilha Antília tem uma latitude de 40 graus Norte, assim como Coimbra e Madrid na Europa e Filadélfia na América.
0 extremo Sul da Ilha Antília tem uma latitude de 35,5 Norte, correspondendo ao Cabo Hatteras na Carolina do Norte nos Estados Unidos e abaixo de Tanger, ao Sul do Estreito de Gibraltar.
A llha Ymana tem uma latitude entre 37 e 38 graus Norte que cor­responde à latitude da área de Sevilha em Espanha e à zona do Algarve em Portugal onde existiu, há mais de 500 anos, a Escola de Navegação dos Descobrimentos Portugueses e donde originaram os Corte Reais, da Cidade de Tavira.
Nos Estados Unidos corresponde à latitude de Washington, D. C. e de Annapolis, onde funciona a Escola Naval de Cadetes da Marinha Americana.

Falsas Antilhas

Se compararmos as latitudes das quatro ilhas — Saya, Satanazes, Antília e Ymana — situadas entre 47 e 35,5 graus Norte, com as latitudes das Grandes e Pequenas Antilhas na América Central situadas entre 23 e 10 graus Norte, verificarmos que há uma diferença enorme.
A latitude que passa pela costa Norte da ilha de Cuba é de 23 graus Norte e a latitude que passa pela costa Sul da ilha de Trinidade é de apenas 10 graus Norte.
Se projectarmos estas latitudes através do Atlântico, verifica-se que as latitudes de 23 e 10 graus são exactamente as latitudes do Deserto do Saará , em África.
Há mais de cinco séculos e meio, todo o mundo tem localizado, erradamente, as Antilhas no Mar da América Central!
Estas são as “Falsas Antilhas”, no Mar das Caraíbas!
Entre as latitudes das ilhas Saya, Satanazes, Antília e Ymana e as latitudes das “Falsas Antilhas” no Mar das Caraíbas, há uma diferença, ou um erro de mais de 25 graus de latitude, o que equivale a uma distância ou discrepância de mais do 1,750 milhas!

Longitude

Sabemos que antigamente os navegadores não eram capazes do medir as longitudes correctamente, mas eram muito peritos em medir as latitudes.
Servindo-se da Estrela Polar, do Sol e do horizonte, os marinheiros de outrora registaram as latitudes com tal precisão que hoje temos que admirar o seu grande poder de observação, considerando os instrumentos rudimentares que possuíam.
A medição da longitude só foi possível ser determinada com exactidão depois do aperfeiçoamento do sextante em 1730 por John Hanley na Inglaterra e Thomas Godfrey na América e do cronómetro marítimo de John Harrison em 1735 na Inglaterra.
Hoje os navios e os aviões usam, como referência, os satélites que lhes dão com precisão, imediatamente, a longitude e a latitude.
Nesta imagem podemos comparar as baías da Terra Nova e da Nova Escócia com as baías das 4 ilhas da Carta Náutica de 1424, que se metem também pela terra dentro!
Notar que a ilha maior tem o nome escrito no próprio mapa: Antilha

Baías

Baseando-se na Lenda da Ilha das Sete Cidades ou Lenda da Antilha que serviu de remoto refúgio aos Sete Bispos da Península Ibérica, houve quem dissesse que as baías indicadas na ilha Antilha desenhada na Carta Náutica de 1424, representavam o número exacto de bispos que fugiram... E então as baías da ilha de Satanazes (ou dos Diabos) o que é que representam?
Todas essas baías, tão bem desenhadas nas duas grandes ilhas na Carta Náutica de 1424, representam, sim, todas aquelas numerosas baías enormes, que se metem pela terra dentro e que existem hoje na Terra Nova e na Nova Escócia!
É deveras impressionante compararmos os cabos e as baías actuais da Terra Nova e da Nova Escócia com as baías e os cabos representados nas ilhas Antília e Satanazes!
Curioso é notarmos o pormenor de que a ilha Satanazes, correspondente à Terra Nova, tem muito mais baías, que se metem muito mais pela terra dentro, coincidindo exactamente com as características geográficas das costas da Ilha da Terra Nova!
É muito importante compararmos os ângulos de inclinação da Terra Nova e da Nova Escócia com os ângulos de inclinação das quatro ilhas desenhadas na Carta Náutica de 1424.

Coincidência extraordinária!

 



Ângulos de Inclinação

Outro lado fascinante que podemos observar na Carta Náutica de 1424, é o ângulo de inclinação formado entre a vertical e a horizontal (paralela ao equador) com o eixo do comprimento das Ilhas Satanazes e Antília.
Na Ilha de Satanazes o ângulo é de 57 graus, praticamente o mesmo ângulo de inclinação da Terra Nova que é de 60 graus.
Na Ilha de Antília o ângulo obtido com a mesma técnica é de 22 graus, mas na Nova Escócia é muito maior: 62 graus. 
Se há diferença numérica entre os ângulos devemos notar que há, no entanto, um denominador comum: todas as ilhas estão inclinadas para a Europa.
Com respeito à ilha de Saya estamos em crer que seja a representação da Península do Avalon, na Terra Nova, porque se não fosse o seu istmo tão estreito seria na realidade uma ilha.
Estamos em crer que a Ilha Ymana seja uma representação da actual llha do Príncipe Eduardo.
Se compararmos os ângulos do eixo de inclinação das ilhas das Grandes Antilhas — Cuba, Espanhola, Jamaica e Porto Rico — no Mar das Caraíbas, verificamos que todas elas estão deitadas no seu maior eixo de comprimento paralelo ao Equador e se têm alguma inclinação é virada para América Central e não para a Europa, como estão as Verdadeiras Antilhas Portuguesas no Canadá e desenhadas na Carta Náutica de 1424.

 
Áreas

É interessante compararmos a área de Portugal Continental com as áreas das ilhas Satanazes, Antília, Terra Nova e Nova Escócia.
A área de Portugal Continental é de 34,340 milhas quadradas ou 88,940Km2. 
A área da Nova Escócia é dé 21,425 milhas quadradas ou 55,490km2 e da Terra Nova é do 43,359 milhas quadradas ou 112,299km2.
É óbvio que os primeiros descobridores portugueses da Terra Nova e da Nova Escócia, ou seja das ilhas Satanazes e Antília, observaram muito bem que se tratava de ilhas de grande tamanho e portanto muito maiores do que as outras ilhas pequenas conhecidas no Atlântico tais como Açores, Madeira, Canárias e Cabo Verde.
Nota-se também que o nome de Satanazes ou Ilha dos Diabos dado à Terra Nova, foi um nome bem escolhido pelos portugueses, porque descreve as condições diabólicas que ainda hoje ali existem para a navegação marítima, devido aos nevoeiros cerrados, marés extremas (de 60 pés!) e as perigosíssimas montanhas de gelo ou “icebergs”, capazes de afundar navios como aconteceu ao maior paquete mundial, o “Titanic”.

Quatro Investigadores

Que se sabe, há apenas quatro investigadores que estudaram a Carta Náutica de 1424:
(1) Armando Cortesão da Universidade de Coimbra;
(2) Eva Taylor da Universidade de Londres; 
(3) Karc Prylz de Homar, Noruega, 
(4) Manuel Luciano da Silva, do Centro Médico de Bristol, R.I., U.S.A.
Em 1954, Armando Cortesão disse na página 101 do seu livro acima citado: “Seria muito fácil para nós dizermos quais das Ilhas Antilhas (ele referiu-se às Antilhas na América Central) que aparecem desenhadas (na Carta Náutica de 1424) ou até se o Continente Americano estaria ali representado: Haiti, Cuba, Jamaica, Porto Rico, algumas das Bahamas, Trinidade ou algumas das Pequenas Antilhas, Florida ou até a Gronelândia? Mas não temos nenhum guia seguro para tentarmos algumas dessas identificações...”
Armando Cortesão não encontrou nenhum guia seguro porque ele não descobriu as linhas de latitudes na Carla Náutica de 1424!
Em 1964, Eva Taylor, Professora de Geografia na Universidade dc Londres, publicou um artigo, na revista “The Geographical Journal”, Vol. 130, March 1964, intitulado “Imaginary Islands: Problem Solved”. (Ilhas Imaginárias: Problema Resolvido).
Esta professora britânica também falhou em calcular as linhas de latitudes na Carta Náutica de 1424. 
No referido artigo ela faz até uma observação crassa a respeito dos marinheiros do século XV: “Os marinheiros de então não compreendiam, nem usavam instrumentos para determinarem a latitude.” Isto é uma declaração que não corresponde a verdade!
Em 1984, Kare Pryiz de Homar, na Noruega, escreveu Lykkelige Vinland, Ashehoug, Oslo, mas também não descobriu as latitudes. Andou nas bordas!...
Fez o diagnóstico das quatro ilhas que aparecem na Carta Náutica de 1424, com os nomes portugueses, de Saya, Satanazes, Antília e Ymana, como sendo respectivamente a Nova Escócia e o litoral dos Estados de Connecticut, New York, New Jersey até à Carolina do Sul, nos Estados Unidos da América.
Não incluiu a Terra Nova
Se tivesse contado com Terra Nova tinha acertado em cheio com o diagnóstico certo.
Coube a mim fazer o diagnóstico completo das Verdadeiras Antilhas
Foi no dia 7 de Novembro de 1986, numa sexta-feira, 3 minutos para a meia noite, que calmamente, na minha biblioteca, tracei as linhas de latitude na Carta Náutica de 1424.
Devo dizer que um facto muito simples contribuiu para esta descoberta original.
Saber que a aldeia onde eu nasci, Cavião, Vale de Cambra tem uma latitude norte de aproximadamente de 40 graus.
Com este dado eu pude observar que as quatro ilhas na Carta Náutica de 1424, nunca podiam estar dentro das latitudes de 10 a 23 graus, como acontece com as ilhas de Cuba e Trinidade, na América Central. Nunca!
Escrevi então duas monografias, uma em português e outra em inglês, intituladas “As Verdadeiras Antilhas” ou “The True Antilles”, que foram registadas com copyright na Biblioteca do Congresso, em Washington, no dia 12 de Janeiro de 1987.
Depois disso este trabalho foi consagrado com a sua publicação na revista “Massachusetts Maritime Academy Magazine”, Vol II, No.1, revelando ao mundo marítimo americano que:

Na palmas das nossas mãos:

Se representarmos as latitudes da Terra Nova e Nova Escócia pela palma da nossa mão esquerda e as latitudes das 4 ilhas desenhadas na Carta Náutica de 1424, pela palma da nossa mão direita e depois deslizarmos um pouco para baixo a nossa palma direita, verificamos que AMBAS as latitudes estão contidas nas superfícies de ambas as palmas!!!
Sendo assim poderemos até bater as palmas pela descoberta das mesmas latitudes em dois mapas, -- o moderno e a Carta Náutica de 1424,-- feitos com um intervalo de 577 anos!!!
(1) Não existem absolutamente nenhumas dúvidas sobre a veracidade e autenticidade da Carta Náutica de 1424.
(2) A Carta Náutica de 1424 é o documento geográfico mais importante e mais antigo que se conhece, mostrando, pela primeira vez, Terras da América.
(3) Na Carta Náutica as Verdadeiras Antilhas estão desenhadas a Noroeste dos Açores.
(4) As Antilhas da América Central doravante devem ser chamadas as “Falsas Antilhas” e estão a Sudoeste dos Açores.
(5) A revelação cartográfica de que as Verdadeiras Antilhas são a Terra Nova, Nova Escócia e a Ilha do Príncipe Eduardo, no Canadá, vai, finalmente, dar a primazia da descoberta da América antes de 1424, aos navegadores portugueses, isto é, mais de quarenta anos antes de Colon (Colombo) ter nascido!
(6) Agora compreendemos bem por há centenas de anos existem mais de uma centena de nomes (topónimos) portugueses nas costas atlânticas do Canadá!
E também compreendemos melhor, se a Pedra de Dighton está a uma latitude de 40 graus Norte, encontra-se dentro do âmbito das navegações que os nossos navegadores pioneiros fizeram para a América do Norte, há mais de cinco séculos e meio!
Pedra de Dighton, quando ainda estava na margem do Rio Taunton em 1959, com as inscrições portuguesas decalcadas a giz para melhor didáctica.